Seguir um calendário vacinal completo e eficaz é essencial para garantir a saúde e a qualidade de vida do seu animal de estimação, e, contudo, impedir a propagação de doenças com caráter zoonótico como a raiva, giardíase e a leptospirose. A prevenção é o melhor tratamento sempre, evitando assim, doenças graves, que podem levar o animal à óbito ou até mesmo deixar sequelas.

Atualmente as vacinas são classificadas em essenciais e complementares (ou não essenciais). As de caráter essencial devem ser aplicadas em todos os cães independente de idade, raça ou tamanho, pois em sua maioria, são vacinas que previnem doenças fatais, de grande ocorrência ou as com potencial zoonótico comentadas anteriormente.

As vacinas complementares são indicadas de acordo com o critério do Médico veterinário, que irá avaliar uma série de fatores como o comportamento do animal, região em que vive entre outros fatores.
Dentre as vacinas essenciais podemos destacar as: cinomose, parvovirose, hepatite infecciosa, leptospirose, raiva.

Já as complementares temos: adenovirose respiratória, parainfluenza, bordetelose, giardíase, leishmaniose visceral e coronavirose.

O filhote deve iniciar o protocolo nas primeiras 6 a 8 semanas. As vacinas apresentam recomendações individuais, mas em sua maioria, são indicadas 3 doses, com intervalos preferencialmente de 21 dias, até no máximo 30 dias. O reforço é indicado 12 meses após a última dose do protocolo inicial, sendo mantido o padrão de revacinação anual.

As vacinas contra Giardíase e Gripe Canina apresentam um protocolo de 2 doses, com intervalo também de 21 dias, sendo iniciado a partir de 8 semanas de idade. Já a de Raiva, recomenda-se realizar a partir dos 3 meses, em dose única. Ambas as três com reforço anual.

Lembrando sempre que, a prevenção é o remédio e vacinar seu animalzinho é um ato de amor.

Seguir um calendário vacinal completo e eficaz é essencial para garantir a saúde e a qualidade de vida do seu animal de estimação, e, contudo, impedir a propagação de doenças com caráter zoonótico como a raiva, giardíase e a leptospirose. A prevenção é o melhor tratamento sempre, evitando assim, doenças graves, que podem levar o animal à óbito ou até mesmo deixar sequelas.

Atualmente as vacinas são classificadas em essenciais e complementares (ou não essenciais). As de caráter essencial devem ser aplicadas em todos os cães independente de idade, raça ou tamanho, pois em sua maioria, são vacinas que previnem doenças fatais, de grande ocorrência ou as com potencial zoonótico comentadas anteriormente.

As vacinas complementares são indicadas de acordo com o critério do Médico veterinário, que irá avaliar uma série de fatores como o comportamento do animal, região em que vive entre outros fatores.
Dentre as vacinas essenciais podemos destacar as: cinomose, parvovirose, hepatite infecciosa, leptospirose, raiva.

Já as complementares temos: adenovirose respiratória, parainfluenza, bordetelose, giardíase, leishmaniose visceral e coronavirose.

O filhote deve iniciar o protocolo nas primeiras 6 a 8 semanas. As vacinas apresentam recomendações individuais, mas em sua maioria, são indicadas 3 doses, com intervalos preferencialmente de 21 dias, até no máximo 30 dias. O reforço é indicado 12 meses após a última dose do protocolo inicial, sendo mantido o padrão de revacinação anual.

As vacinas contra Giardíase e Gripe Canina apresentam um protocolo de 2 doses, com intervalo também de 21 dias, sendo iniciado a partir de 8 semanas de idade. Já a de Raiva, recomenda-se realizar a partir dos 3 meses, em dose única. Ambas as três com reforço anual.

Lembrando sempre que, a prevenção é o remédio e vacinar seu animalzinho é um ato de amor.

Postagens Relacionadas

Dicas
Treinamento de portão e barreiras para cães adolescentes

Treinamento de portão e barreiras para cães adolescentes

O período da adolescência canina é marcado por mudanças comportamentais que exigem atenção e estratégias adequadas de convivência. É nessa fase que muitos cães testam limites, apresentam maior energia e podem desenvolver hábitos indesejados.

Dicas
Como Proteger Seu Pet em Casos de Desastres Naturais: Guia Prático

Como Proteger Seu Pet em Casos de Desastres Naturais: Guia Prático

Quando falamos em desastres naturais no Brasil, é comum pensarmos apenas na proteção da família e da casa. Mas você já parou para refletir sobre como manter a segurança do seu pet em situações de emergência?